24/04/14

Conferência da Profa. Doutora Orquídea Moreira Ribeiro (Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro) sobre "Cultura e tradição: o universo feminino na obra de Mia Couto" na quinta-feira, dia 27 de fevereiro de 2014 no auditório da Facultade de Filoloxía e Tradución. 



A apresentação da conferenciante e a parte de perguntas podem ser visualizadas aqui.
Mais informação sobre Mia Couto pode ser encontrado aqui.

24/02/14

Conferência sobre Mia Couto

Na quinta-feira, dia 27 de fevereiro de 2014, às 13:00 horas, a Prof. Doutora Orquídea Moreira Ribeiro da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, oferecerá uma conferência sobre
"Cultura e tradição: o universo feminino na obra de Mia Couto" 
no auditório da Facultade de Filoloxía e Tradución. 

Abundante informação sobre a vida e obra do escritor moçambicano, incluindo leituras orientadas das suas obras, pode ser encontrado aqui. 

Obras de Mia Couto no Google Livros.
Estudos sobre Mia Couto no Google Académico.
Sobre Mia Couto em The Post-colonial Literature os Lusophone Africa (ed.  por Patrick Chabal).

Longa entrevista ao escritor moçambicano no programa Roda Viva, talk-show da TV Cultura no Brasil (transmitido no dia 05/11/2012:

   

Mais posts sobre o Moçambique no blogue.

15/02/14

Ilustrações de Gírias e Expressões Idiomáticas Brasileiras

Ilustrações e explicações de gírias e expressões idiomáticas da língua portuguesa no Brasil.
Seleção e organização de Mônica Heloane de Carvalho Sant'Anna (com a colaboração de Burghard Baltrusch):

15/12/13

Demanda do Santo Graal

A Demanda do Santo Graal é uma adaptação/tradução portuguesa do século IV, em três partes, de textos franceses do século XIII que tinham como tema as aventuras do Rei Artur e dos cavaleiros da Távola Redonda. Entre esses cavaleiros, sobressaem Lançarote do Lago, Boors de Gaunes, Galvão, Perceval e Galaaz. Este último era filho de Lançarote e tinha por missão encontrar o Santo Graal, isto é, o vaso onde fora recolhido o sangue de Cristo. 
É um dos textos mais antigos de prosa literária em língua portuguesa e está marcado por um estilo oral. Há uma clara intenção religiosa e de representação da moral da corte. Enquanto a lírica da corte descreve o amor como caminho para a felicidade, na Demanda o amor leva ao pecado e se opõe à fé, o que fica evidente na construção das figuras de Lançarote e Galaaz. A moral religiosa e doutrinária também se evidencia através da identificação entre idealismo cavaleiresco e fidelidade feudal.
O manuscrito português encontra-se na Biblioteca Nacional de Viena (catalogado com o número 2594) e contém várias redacções feitas entre os séculos XIII e XV. É considerado o mais fiel e o mais completo de todos os que contêm as novelas do chamado Ciclo Bretão.
Edições da obra: 
Augusto Magne, Rio de Janeiro, 1955-1970, 2 vols.
Joseph Maria Piel, Lisboa: Imprensa Nacional - Casa da Moeda 1988.
Irene Freire Nunes, Lisboa: Imprensa Nacional - Casa da Moeda 1995.
Heitor Megale, Lisboa: Companhia das Letras, 2008.
Bibliografia:
Ivo Castro: "A Demanda do Santo Graal e as suas edições", Revista Portuguesa de Filologia (Miscelânea Herculano de Carvalho), vol. XXV, tomo I, 2003-2006, pp. 125-144.
Fanni Bogdanow: "Textual criticism and the portuguese Demanda do Santo Graal", in Homenaje a Alvaro Galmés de Fuentes, vol.II, Madrid, 301-312.
Wolf-Dieter Lange: "Keltisch-romanische Literaturbeziehungen im Mittelalter", in Grundriss der Romanischen Literaturen des Mittelalters, vol.I, Heidelberg 1972, 163-205.
Wolf-Dieter Stempel: "Die Anfänge der romanoschen Prosa im 13.Jh.", in Grundriss der Romanischen Literaturen des Mittelalters, vol.I, Heidelberg 1972, 585-601.

Prezi de Estefanía González Álvarez (Panorama de Literaturas Lusófonas 2012/2013) sobre a figura de Galaaz na Demanda do Santo Graal:
Documentário do Discovery Channel sobre o Santo Graal:

10/12/13

Rui Zink em Vigo

Na quarta-feira, dia 11 de dezembro às 20:00 horas, falará no Centro Cultural Camões de Vigo (Casa de Arines) o escritor português Rui Zink. 

Rui Zink é um dos mais conhecidos autores portugueses da actualidade.
Como ficcionista, iniciou-se em 1987, com a edição de Hotel Lusitano, tendo escrito diversos livros até 1996, ano de saída do romance Apocalipse Nau, porventura a sua obra melhor acolhida pela crítica. De permeio, a sua escrita diversificou-se, com os livros de contos A Realidade Agora a Cores, em 1988 e Homens-Aranhas, em 1994; O Bicho da Escrita; a novela A Espera, em 1998 ou os romances O Suplente, em 2000, e Os Surfistas, em 2001. Rui Zink recebeu o Prémio do P.E.N. Clube Português pelo romance Dádiva Divina (2005). Em 1999 edita a sua tese de doutoramento sobre banda desenhada, Literatura Gráfica? Banda Desenhada Portuguesa Contemporânea, um género do qual também participou como argumentista. Mais informação em:  http://www.infopedia.pt/$rui-zink. 

Também recomendamos esta  intervenção de Rui Zink nos TED Talks em Coimbra sobre o tema "Escrita criativa: O que é? Para que serve?":




19/11/13

DEUS, PÁTRIA, AUTORIDADE de RUI SIMÕES

DEUS, PÁTRIA, AUTORIDADE de RUI SIMÕES, 1975, 103'

Rui Simões (Lisboa, 1944) é um cineasta português que se caracteriza pela prática do documentário histórico, visto como cinema militante, de intervenção política, e ainda pela realização de documentários em vídeo e de gravações de peças de teatro e de bailado.

“Deus, Pátria, Autoridade” representa uma crítica à ideologia fascista através de três dogmas fundamentais que Salazar estabeleceu num discurso de 1936: “Não discutimos Deus e a virtude. Não discutimos a Pátria e a Nação. Não discutimos a Autoridade e o seu prestígio”.
 
Como  BOM POVO PORTUGUÊS, também este filme foi produzido a partir de material de arquivo e de filmes da actualidade. A narrativa surge na montagem, analisando os principais acontecimentos históricos de Portugal, desde a queda da monarquia, em 1910, até à Revolução dos Cravos, numa perspectiva social da luta de classes. É, sumariamente, uma analise da sociedade portuguesa a partir de pontos vitais como o estado novo, a influência da igreja, a guerra colonial, a revolução de Abril, etc.


12/11/13

Conferência sobre Expressionismo em Portugal



Otávio Rios é professor de literatura portuguesa na Universidade do Estado do Amazonas (Brasil) desde 2008. Doutorou-se em Letras Vernáculas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2012), com a tese De trapeiros e vencidos. Efabulação e história em Raul Brandão.
Está à frente da Cátedra Amazonense de Estudos Literários (CAEL), da Universidade do Estado do Amazonas, desde a que organizou eventos de porte nacional e internacional. As actas que reflectem o fruto desse trabalho foram publicadas na forma de livros (O Amazonas deságua no Tejo, em 2009, e Arquipélago contínuo: literaturas plurais, em 2011).
Foi Vice-Presidente da ABRAPLIP (Associação Brasileira de Professores de Literatura Portuguesa) desde 2012 até o passado mês de outubro, em que foi eleito Presidente da ABRAPLIP para o biênio 2014-15. Na atualidade, está a fazer uma estadia de pós-doutoral na Faculdade de Letras da Universidade do Porto (curso 2013-14).
Entre as suas actuais linhas de investigação, destacam-se a relação entre literatura e história, as formas e os processos da escrita intimista (memória e autobiografia), as estéticas finisseculares em Portugal (decadentismo, simbolismo, expressionismo) e a teoria do romance.