Algumas declamações e encenações de um dos poemas mais emblemáticos de Fernando Pessoa / Álvaro de Campos. A "Tabacaria", escrita em 1928, foi publicada em 1933 na Presença.
Mário Viegas
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20/03/12
05/02/12
"Ode Marítima": declamação e encenação

A seguir, apresentamos uma selecção de declamações e encenações (tanto fílmicas como teatrais) da "Ode marítima" de Álvaro de Campos/Fernando Pessoa, além do texto da ode e alguma informação adicional.
Se calhar a melhor declamação seja a do actor João Grosso.
Foi editada em disco pela Presença em 1995.
Pode ser ouvida ou através da Fonoteca Municipal de Lisboa ou a partir da lista que apresentamos abaixo (dicar em 'Ler mais').
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14/12/11
Álvaro de Campos: "Ode Triunfal"
Segundo Fernando Pessoa, Álvaro de Campos, nasce em Tavira no dia 15 de Outubro de 1890, tem uma educação vulgar de liceu formando-se, depois, em engenharia mecânica e naval na Escócia.
Numas férias, fez uma viagem ao Oriente, de que resultou o poema "Opiário".
Viveu depois em Lisboa, sem exercer a sua profissão.
Dedicou-se à literatura, intervindo em polémicas literárias e políticas.
O seu "Ultimatum", publicado no Portugal Futurista (1917), é um manifesto contra os literatos e políticos instalados da época. Foi um admirador de Walt Whitman e de Cesário Verde.
Apesar dos pontos de contacto entre ambos, travou com Pessoa ortónimo uma polémica estética aberta.
Evoluiu no sentido de um tédio ou cansaço da vida, progressivos e auto-irónicos. É o protótipo do vanguardismo modernista, é também o cantor da energia bruta e da velocidade, da vertigem agressiva do progresso, de que a "Ode Triunfal" é um dos melhores exemplos:
Numas férias, fez uma viagem ao Oriente, de que resultou o poema "Opiário".
Viveu depois em Lisboa, sem exercer a sua profissão.
Dedicou-se à literatura, intervindo em polémicas literárias e políticas.
O seu "Ultimatum", publicado no Portugal Futurista (1917), é um manifesto contra os literatos e políticos instalados da época. Foi um admirador de Walt Whitman e de Cesário Verde.
Apesar dos pontos de contacto entre ambos, travou com Pessoa ortónimo uma polémica estética aberta.
Evoluiu no sentido de um tédio ou cansaço da vida, progressivos e auto-irónicos. É o protótipo do vanguardismo modernista, é também o cantor da energia bruta e da velocidade, da vertigem agressiva do progresso, de que a "Ode Triunfal" é um dos melhores exemplos:
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